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Embrapa coletará mangabas no 17 de Março, em Aracaju, para conservação genética

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Uma equipe da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE) realizará, na manhã de segunda (17), coleta de frutos das mangabeiras localizadas no Bairro 17 de Março, na capital sergipana, que em breve terá plantas removidas para a construção do Residencial Mangabeiras Irmã Dulce dos Pobres pela Prefeitura Municipal.

A ação acontece a partir das 10h, e será coordenada pela pesquisadora Ana Veruska Muniz, especialista em recursos genéticos vegetais, além da analista Raquel Fernandes, co-autora de estudos e mapeamentos sobre a fruta em Sergipe. A coleta de frutos contará com o apoio da Associação de Catadoras e Catadores de Mangaba Padre Luiz Lemper.

O objetivo é coletar os frutos para caracterizar a variabilidade genética, catalogar, produzir mudas de mangabeiras e introduzi-las no Banco Ativo de Germoplasma (BAG) de mangaba mantido pela Unidade da Embrapa no Campo Experimental de Itaporanga d’Ajuda – um banco de conservação dos recursos genéticos da fruteira, reconhecida oficialmente como Árvore Símbolo de Sergipe.

SERVIÇO
O que:
Coleta de frutos de mangaba para conservação genética
Quando: 17 de janeiro (segunda)
Horário: 10h
Onde: Residencial Mangabeiras – Bairro 17 de Março – Aracaju
Quem: Ana Veruska Muniz – pesquisadora; Raquel Fernandes – analista; representantes da Associação de Catadoras e Catadores de Mangaba Padre Luiz Lemper

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Fonte: Embrapa

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Comunicado sobre apodrecimento de grãos e vagens de soja na safra 2021/2022 na região do médio-norte de Mato Grosso

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A Embrapa Agrossilvipastoril e a Embrapa Soja acabam de divulgar um comunicado técnico sobre o apodrecimento de vagens de soja, na safra 2021/2022. O apodrecimento de grãos e vagens em estádio final de formação em lavouras de soja vem sendo observado com maior frequência em algumas regiões brasileiras, desde a safra 2019/2020, em especial na região do médio-norte do estado de Mato Grosso, causando redução significativa de produtividade em lavouras com alto potencial produtivo, principalmente nas primeiras semeaduras. Confira abaixo o comunicado completo ou clique aqui para baixar o pdf.
 

Comunicado sobre apodrecimento de grãos e vagens de soja na safra 2021/2022 na região do médio-norte de Mato Grosso*

O apodrecimento de grãos e vagens em estádio final de formação em lavouras de soja vem sendo observado com maior frequência em algumas regiões brasileiras desde a safra 2019/2020, em especial na região do médio-norte do estado de Mato Grosso, causando redução significativa de produtividade em lavouras com alto potencial produtivo, principalmente nas primeiras semeaduras. 
Em visitas realizadas nas lavouras da região, observou-se diferença entre as cultivares quanto à intensidade de apodrecimento de grãos e vagens, identificando-se algumas cultivares sem o problema ou com menor incidência. 
Observou-se resposta da aplicação de fungicidas, que amenizam, mas não resolvem o problema, com variação entre os diferentes programas aplicados pelos produtores. Muitas lavouras com apodrecimento de grãos e vagens são expostas a aplicações regulares de fungicidas e apresentam boa sanidade foliar. O apodrecimento pode ocorrer em toda a planta, mas com maior intensidade nos terços médio e inferior e se inicia na fase final de enchimento de grãos, próximo à maturação fisiológica. 
Em estudos preliminares, constatou-se que os grãos dentro das vagens deterioradas apresentavam elevados índices de enrugamento, resultantes da exposição das plantas às condições de elevadas temperaturas (acima de 30 ºC) durante a fase de enchimento de grãos. Esse enrugamento normalmente é mais intenso sob déficit hídrico, mas pode também ocorrer em condições normais de disponibilidade hídrica. O enrugamento afeta drasticamente a qualidade dos grãos e das sementes e propicia a infecção secundária por Phomopsis spp., o que pode propiciar o apodrecimento das vagens, principalmente em situações de ocorrência de chuvas frequentes em pré-colheita. Sabe-se que a expressão do enrugamento de grãos tem grande influência genética. Supõe-se que as cultivares que estão apresentando esse problema possam ser mais suscetíveis à sua expressão. 
Além de Phomopsis, em análises realizadas em vagens e grãos com e sem sintomas, foram encontrados outros fungos já descritos há muito tempo na cultura, como Fusarium, Colletotrichum e Cercospora, além de bactérias. 
Esses fungos normalmente estão presentes de forma latente nos tecidos da soja, podendo ser obtidos de diversas partes da planta e em diferentes estádios fenológicos. A sua proliferação, causando o apodrecimento dos tecidos antes da maturação, provavelmente está ocorrendo pela combinação de diversos fatores, como estresses abióticos, suscetibilidade da cultivar e condições de ambiente favorável. 
Amostras coletadas em áreas com e sem o problema estão sendo analisadas, e os isolados de fungos infectantes estão sendo obtidos. Estão sendo investigados o efeito da nutrição das plantas na ocorrência de apodrecimento de vagens e grãos, bem como a observação das relações entre o teor de lignina e do enrugamento dos grãos com o apodrecimento de grãos e vagens. 
A Embrapa vem colaborando na busca de respostas ao problema e se coloca à disposição para parceria com outras instituições e empresas, principalmente da região, para traçar linhas de pesquisa que possam contribuir na identificação da(s) causa(s) e de estratégias de manejo para contornar o problema.

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Embrapa Agrossilvipastoril 
Embrapa Soja
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*Comunicado publicado originalmente em 21/01/2022 e atualizado em 24/01/2021.

Fonte: Embrapa

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