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Decretos fomentam uso de energia renovável no campo

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Os produtores rurais paranaenses têm mais dois motivos para investir em energia renovável. No dia 1º de dezembro, o governador Carlos Massa Junior assinou, na sede do IDR-Paraná, dois decretos que facilitam o acesso dos agricultores e pecuaristas ao financiamento de equipamentos para geração de energia fotovoltaica e de biogás, por meio do Programa Renova PR. O objetivo é viabilizar meios para reduzir os custos de produção dentro da porteira e, ao mesmo tempo, garantir a sustentabilidade no desenvolvimento do Estado.

“Estamos cumprindo com o nosso compromisso de fomentar a energia renovável, fortalecendo a sustentabilidade do Paraná e criando oportunidades para os agricultores, que vão ter condições de gerar sua própria energia. Isso diminui o custo mensal do agricultor com energia, podendo aplicar esse dinheiro em outros investimentos”, afirmou o governador.

“O preço da energia está pesando em demasia no custo de produção de avicultores, suinocultores, produtores de peixe e de leite. Contudo, a energia renovável é uma solução, a médio prazo, para produtores rurais. Dependendo da atividade, o produtor rural recupera o investimento em cerca de quatro anos. O Programa foi muito bem bolado”, destacou o presidente do Sistema FAEP/SENAR-PR, Ágide Meneguette, que esteve no evento e participou da assinatura dos documentos.

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Decretos

O Decreto 6.434/2021 libera créditos homologados de ICMS para que cooperativas e/ou empresas possam investir na geração de energia renovável. Dos cerca de R$ 8 bilhões de créditos acumulados pelo Estado, o governo destinará até R$ 1 bilhão em quatro anos, conforme a solicitação dos interessados.

Segundo o secretário estadual de Agricultura, Norberto Ortigara, parte das empresas do agronegócio possuem créditos decorrentes de exportação, que não são tributados. “Os créditos homologados ficam acumulados, e o Estado tem uma capacidade limitada de devolver esse dinheiro. Uma parte extra desse recurso vai ser liberada para que cooperativas ou empresas possam investir em biodigestores ou em energia solar”, detalha.

Para isso, as empresas precisam apresentar à Invest Paraná o projeto de implementação das usinas, que podem ser instaladas diretamente pela empresa ou por algum cooperado.

Já o Decreto 6.833/2021 libera o financiamento para a geração de energia por placas fotovoltaicas por meio do Banco do Agricultor, programa que concede subsídios para baratear o crédito empregado na modernização das propriedades rurais.

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Até então, pelas restrições do crédito rural, o agricultor que desejava produzir energia solar era limitado a projetos com empresas nacionais. O novo decreto libera o governo estadual a abater até cinco pontos percentuais dos juros do financiamento realizado fora do crédito rural para a importação de equipamentos fotovoltaicos.

Fonte: CNA Brasil

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O Boletim do Leite de janeiro já está disponível!

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Cepea, 18/01/2022 – Nesta edição, confira:

Preço fecha 2021 com recuo de 9,4%; cenário para 2022 é desafiador
O preço do leite pago ao produtor em dezembro, referente à captação de novembro, fechou a R$ 2,1210/litro na “Média Brasil” líquida do Cepea, recuos de 3,7% frente a novembro/21 e de 9,4% em relação ao mesmo período de 2020, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de dezembro/21). Leia mais.

2021: ano desafiador para a indústria de laticínios 
A oferta limitada de leite no campo, a competição entre laticínios para assegurar a compra da matéria-prima e o enfraquecimento da demanda por lácteos marcaram a pecuária leiteira em 2021. Pesquisas realizadas pelo CEPEA, com o apoio da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), indicam que as médias dos preços do leite UHT, do queijo muçarela e do leite em pó (400gr) negociados no atacado do estado de São Paulo entre janeiro e dezembro de 2021 fecharam em R$ 3,43/litro, R$ 26,28/kg e R$ 24,80/kg, respectivamente, 0,6%, 0,4% e 7% acima das médias de 2020, em termos reais (deflacionados pelo IPCA de dez/21). Leia mais.

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Em 2021, exportações de lácteos aumentam 19%; importações recuam 21%
Em 2021, o cenário internacional do setor lácteo foi marcado pela elevação dos volumes exportados e redução das importações. Esse cenário é resultado principalmente do alto patamar da moeda norte-americana e da crescente perda do poder de compra do consumidor brasileiro. Segundo dados da Secex, os embarques nacionais de produtos lácteos totalizaram 38,8 mil toneladas em 2021, avanço de 19% em relação a 2020 e o maior volume desde 2016. Leia mais.

Cenário externo e alta do dólar impulsionam custos em quase 19% no ano
O COE (Custo Operacional Efetivo) da pecuária leiteira avançou 18,67% em 2021 na “Média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP) e, entre novembro e dezembro, especificamente, a alta foi de 0,84%. Os grupos de custos que apresentaram aumentos mais significativos no ano foram adubos e corretivos (79,85%), combustíveis (53,28%) e suplementação mineral (32,37%). Leia mais.

Fonte: CEPEA

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