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CNA premia os melhores chocolates artesanais do Brasil

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Brasília (14/09/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) anunciou, na terça (14), os vencedores do Prêmio CNA Brasil Artesanal 2021 – Chocolate.

A iniciativa da premiação foi do Sistema CNA/Senar em parceria com o Centro de Inovação do Cacau (CIC), Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e o apoio do Programa Compre do Pequeno do Sebrae.

A cerimônia virtual contou com a participação do diretor-geral do Senar, Daniel Carrara, e do diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi.

Priscyla França Chocolates, de São Paulo (SP), foi a grande vencedora dentre os 34 inscritos no concurso e conquistou o título de melhor chocolate artesanal do Brasil e o valor de R$ 6 mil. “Esse chocolate foi produzido a partir da amêndoa de cacau produzido em um assentamento da Amazônia. É resultado de muito trabalho e muita pesquisa. Estou muito feliz”, afirmou a chef chocolateira Priscila França Rosendo.

A marca Kalapa Chocolate, da produtora Luiza Dantas Santiago, de Belo Horizonte (MG) ficou em 2º lugar e recebeu R$ 4 mil. “A premiação do chocolate é sinal de reconhecimento da qualidade do cacau. Temos muita atenção aos ingredientes para produzir um alimento pensando nas sensações que esse chocolate vai levar aos consumidores”, destacou.

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Em terceiro lugar ficou o Chocolate da Ju, do produtor Lucas Arleo, de Uruçuca (BA). Ele recebeu R$ 2.500. “Nós dominamos o processo desde a produção do cacau, pós-colheita e seleção. Fazemos tudo com muito cuidado e carinho com a intenção de levar um produto de qualidade”, afirmou Arleo, acompanhado de sua filha Ju, que dá nome à marca.

A agroindústria Cacau do Céu chocolates Finos, da produtora Marcela Tavares, de Ilhéus (BA), ficou em quarto lugar e recebeu R$ 1.500. “Eu estou muito feliz de estar entre as finalistas. Isso demonstra que mantemos a qualidade daquilo que a gente faz”, ressaltou Marcela que na primeira edição do Prêmio CNA Brasil Artesanal, em 2019, conquistou o segundo lugar.

O quinto lugar ficou com a empresa C’alma – Chocolate do grão à barra, de Goiânia (GO). A produtora Ariana Ribeiro recebeu o prêmio de R$ 1.000.  “A nossa essência é fazer chocolate com alma, observando os cuidados em todo o processo”, disse Ariana,

O chocolate Majucau, da produtora Mariana Basaure, de São Paulo (SP), ficou em sexto lugar. O sétimo lugar foi para o Cacauway, da chocolateira Hélia Félix de Moura de Medicilândia (PA). Todos os finalistas receberam certificado de participação.

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Etapas do concurso – As amostras de chocolates passaram por etapas eliminatórias e classificatórias: análise técnica, degustação às cegas e julgamento da história do produto. Acompanhe a trajetória do concurso:

Para rever a cerimônia de premiação, confira:

Alimentos artesanais – Essa é a terceira edição do Prêmio CNA Brasil Artesanal. Em 2019, a primeira edição reconheceu os cinco melhores chocolates artesanais do Brasil produzidos por mulheres.  

Em 2020, foi a vez de conhecer os melhores salames artesanais do Brasil. 

Para fomentar esse tipo de produção de alimentos, o Sistema CNA/Senar desenvolve o programa de Alimentos Artesanais e Tradicionais.

Um dos pilares é a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) gratuita para as agroindústrias artesanais.

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Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Coletânea da Embrapa reúne mais de 100 artigos na mídia sobre agricultura na Amazônia

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Notícias de ontem: comentários sobre a agricultura amazônica é o novo livro publicado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A obra retrata fatos e ideias que moldaram a agropecuária da região pelo prisma de 139 artigos publicados na imprensa nos últimos 50 anos.

Datados de 1968 a 2019, os textos circularam em cerca de 40 diferentes jornais, revistas e sites de notícias de expressão regional e nacional. Reeditados agora na coletânea, conferem duplo valor histórico à publicação. Ao destacar agendas de pesquisa que marcaram época, o livro resgata parte da história da divulgação científica no Brasil e do espaço dedicado a ela tanto em veículos de comunicação de massa como nos dirigidos ao segmento agrícola. 

A obra é de autoria do pesquisador Alfredo Homma, da Embrapa Amazônia Oriental (Belém, PA), também editor técnico da publicação, e 13 colaboradores. Ao falar sobre a importância desse lançamento, o editor ressalta o quanto a divulgação dos conhecimentos do passado sobre a agricultura amazônica é útil para o futuro da região.

“Após 50 anos, alguns temas aumentaram ou diminuiram em importância, evidenciam equívocos de interpretação ou acertos, alguns invisíveis somente identificados depois de muito tempo.  Por isso, trazer o passado para o presente pode contribuir para evitar os erros cometidos e ajudar na busca de soluções concretas com uma sociedade mais informada e preparada”, comenta Alfredo Homma.

Para acessar o livro Notícias de ontem: comentários sobre a agricultura amazônica, clique aqui.

Semelhante à visão do editor da coletânea é a do ex-chefe-geral da Embrapa Amazônia Oriental, pesquisador Adriano Venturieri, que na apresentação do livro observou: “Muitos destes artigos, a despeito de representarem relatos de um fato observado no passado, são contemporâneos e constituem problemas não resolvidos até o presente ou relatos que não tinham a dimensão que aparentavam apresentar no passado”.

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Popularização da Ciência

Entusista e praticante da popularização da ciência, tendo escrito os primeiros artigos na década de 1960 para a Gazeta Universitária durante o curso de Agronomia na Universidade Federal de Viçosa (MG), e também para o prestigiado na época Correio Agropecuário, o pesquisador Alfredo Homma afirma que a população está avida por informações científicas compreensíveis.

“Há necessidade da democratização das informações não abstratas sobre a região amazônica. Neste aspecto, o jornalismo científico tem um grande papel para informar a sociedade, de forma compreensível, sobre os problemas, as soluções e as tendências futuras”, diz ele.

O acesso que a coletânea garante aos artigos sobre a agricultura amazônica, segundo Homma, acaba aproximando o público de parte da imprensa brasileira que já garantiu ou ainda garante espaço editorial (não pago) à divulgação científica.

“Ao contrário da atualidade, em que há uma profusão de revistas agrícolas e científicas populares, na década de 1960 as revistas agrícolas estavam restritas à Coopercotia (esta distribuído pela Cooperativa Agrícola de Cotia), Dirigente Rural, Boletim da Blemco, Chácaras e Quintais e A Lavoura, como as mais consultadas. Entre os jornais agrícolas, havia o Correio Agropecuário, o Suplemento Agrícola d’O Estado de São Paulo e alguns jornais esporádicos”, conta o autor.

Assuntos em destaque

A introdução feita no livro cumpre o papel de destacar pontos que balizam importantes mudanças ocorridas na sociedade amazônica, facilitando ao leitor o entendimento do contexto em que os artigos foram escritos.

“Há dezenas de artigos sobre a questão dos desmatamentos e queimadas, política ambiental, desenvolvimento agrícola, biodiversidade, questão fundiária, imigração japonesa na Amazônia, comércio nacional e internacional, lixo urbano, entre outros. Muitos foram temas sensíveis”, lembra Homma.

O pesquisador explica que em outros artigos predominam comentários, sinergias e previsões para diversas culturas, produtos extrativos e pecuária, como açaí, arroz, babaçu, banana, castanha, jambu, juta, guaraná, madeira, malva, mandioca, pecuária, pimenta-do-reino, seringueira e soja, entre outros.

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O conteúdo está dividido por década: 1960 (9 artigos), 1970 (14 artigos) e 1980 (3 textos). Os anos 1990 e 2000 concentram o maior número de artigos, 53 e 41 respectivamente. A década de 2010 foi contemplada com 19 artigos.

Para acessar o livro Notícias de ontem: comentários sobre a agricultura amazônica, clique aqui.

Veículos e autores da divulgação

Entre os jornais que acolheram os artigos, informa o autor Alfredo Homma, estão Diário do ParáO LiberalO Estado de São PauloFolha de São PauloFolha do Meio AmbienteA GazetaGazeta MercantilGazeta UniversitáriaJornal do BrasilJornal do ComércioJornal do Engenheiro AgrônomoCorreio Agropecuário e Rio Avícola.

O pesquisador cita as seguntes revistas e sites, entre outros: AgrocastAgrofocoAgricultura & PecuáriaA LavouraAmazônia HojeCoopercotiaDirigente RuralEcoDebateÉpocaIHU On LineOpiniõesNon Woods Forest ProductsPanorama Rural, Revista ArrozeiraRevista dos CriadoresRevista XXISeleções Reader’s DigestTerra da GenteToda Fruta e Veja.

Os artigos são assinados por Alfredo Kingo Oyama Homma, Antônio Carlos Paula Neves da Rocha, Antônio José Elias Amorim de Menezes, Arnaldo José de Conto, Carlos Augusto Mattos Santana, Célio Armando Palheta Ferreira, Eduardo Eidy Kodama, Eloisa Maria Ramos Cardoso, Fabrício Khoury Rebello, Nelson Ryosaku Kodama, Rui Abreu de Albuquerque, Rui Amorim de Carvalho, Yukihisa Ishizuka e Zander Soares de Navarro.

Fonte: Embrapa

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