AGRONEGÓCIO

CNA, Mapa e setor produtivo avaliam produtos de seguro disponíveis para a olericultura

Publicados

em


Brasília (20/11/2020) A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na sexta (20), de reunião virtual do projeto Monitor do Seguro Rural para discutir e avaliar os produtos e serviços de seguro disponíveis para as culturas do tomate, cebola, alho, batata, pimentão e mandioca.

O encontro foi realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e contou com a participação de mais de 130 pessoas, dentre elas produtores rurais, representantes de cooperativas, associações, além de companhias seguradoras.

“O seguro rural, apesar de ainda ter pouca adesão, é fundamental para mitigar os riscos na produção de hortaliças. Essas culturas são altamente sensíveis às diversidades climáticas com perdas de produtividade e qualidade”, disse o assessor técnico da CNA, Erivelton Cunha.

O coordenador de estudos no Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Fabrício Camargo de Lima, afirmou que atualmente existem 10 seguradoras que comercializam apólices para as essas olerícolas, sendo a Tokio Marine e a Essor Seguros aa mais atuante com as culturas.

Segundo Lima, o produtor rural que contrata o seguro para orelícolas recebe 40% de subvenção federal, ou seja, o governo repassa uma parte do valor do contrato para as companhias seguradoras.

Leia Também:  Embrapa Agroenergia participou de reunião na CNA para debater setor sucroenergético

Durante a videoconferência, o representante da AgroBrasil Seguros, empresa parceira da Essor Seguros, Delso Vaccari, apresentou o produto de seguro oferecido pela companhia. “Para as culturas do tomate, alho, cebola, batata e pimentão a cobertura principal é para danos causados pelo granizo. A cobertura inicia sete dias após o transplante/semeadura das plantas ou quando 60% delas tiveram nascidas e encerra com a colheita”.

Vaccari explicou que o seguro cobre no máximo R$ 80 mil por hectare para o tomate mesa, R$ 27,5 mil para a cebola, R$ 33 mil para batata, R$ 22 mil para pimentão e R$ 55 mil hectares para o alho. “Durante esses anos, criamos uma cobertura adicional de perda de qualidade para cebola, alho e batata, que visa compensar perdas em função do granizo. Mesmo após a colheita, a cebola, por exemplo, fica assegurada na lavoura por 15 dias após o arranquio”, disse.

Na reunião virtual, a representante da seguradora Tókio Marine, Erika Tamie Ueda, também apresentou os produtos da empresa. “O nosso seguro é o de riscos nomeados para mandioca. Ele garante a cobertura de danos diretos às plantas decorrentes de granizo, incêndio e raio”.

Leia Também:  Sem histórico de virada, analistas avaliam chance de Boulos em SP

De acordo com Erika, os principais riscos excluídos e não cobertos são para danos já existentes, lavouras afetadas por danos diretos e indiretos que tenham impactado a produção da safra a ser segurada. O seguro também não cobre prejuízos causados por plantas daninhas, pragas, doenças, deficiência nutricional e perda de qualidade.

O Projeto Monitor do Seguro Rural é uma iniciativa do Ministério da Agricultura, em parceria com a CNA e outras entidades do setor. Já foram avaliados seguros para diversas frutas, trigo, soja, milho 1ª e 2ª safra, aquicultura, café e cana-de-açúcar. A próxima reunião vai discutir os seguros disponíveis para o setor de florestas.

Para mais informações sobre o projeto e o cronograma completo de reuniões clique aqui.

Assessoria de Comunicação CNA
Telefone: (61) 2109-1419
flickr.com/photos/canaldoprodutor
twitter.com/SistemaCNA
facebook.com/SistemaCNA
instagram.com/SistemaCNA
facebook.com/SENARBrasil

Fonte: CNA Brasil

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

CNA defende rastreabilidade para cadeia do feijão

Publicados

em


Brasília (24/11/2020) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) debateu, na terça (24), a importância das inovações tecnológicas para o agro e defendeu a rastreabilidade vegetal como um caminho para o desenvolvimento da cadeia produtiva do feijão.

O assunto foi tema da reunião da Câmara Setorial de Feijão e Pulses do Ministério da Agricultura, que discutiu as inovações que estão sendo desenvolvidas pelo ministério e pela Embrapa.

“Apoiamos várias ações para fortalecer a cadeia e abrir mercado lá fora porque entendemos que o feijão é uma opção boa para o produtor diversificar a renda”, afirmou o assessor técnico da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Fábio Carneiro.

O técnico falou sobre o sistema de rastreabilidade Agri Trace Vegetal que foi criado pela confederação e hoje atende as cadeias de hortaliças e frutas. Segundo ele, a intenção da entidade é ampliar a tecnologia para o setor de feijão e pulses.

“Ele é feito para pequenos agricultores e é o mais barato do mercado. Temos feito contato com outros setores para melhorar o aplicativo e gerar a credibilidade que a cadeia do feijão precisa.”

Leia Também:  Sindicato terá renda de aluguel de edifício

A coordenadora-geral da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Sibelle de Andrade Silva, apresentou as diretrizes de inovação para o agro, que segundo ela, abrangem agregação de valor, bioeconomia, sustentabilidade, aprendizagem virtual, conectividade e foodtech.

“Com o crescimento populacional, a produção agrícola precisa crescer em quantidade e qualidade. Não basta ter políticas públicas para erradicar a fome, mas também o déficit nutricional, e as cadeias que lidam principalmente com proteína de origem vegetal tem um papel muito relevante nesse sentido”, afirmou.

Sibelle ressaltou que a organização da cadeia e a rastreabilidade para o feijão é fundamental e que o ministério deve buscar acelerar o desenvolvimento dessas tecnologias junto ao setor produtivo.

“A rastreabilidade para o feijão é um dos itens mais urgentes e podemos unir esforços com a CNA nesse sentido também e repetir a parceria bem sucedida como no lançamento do ID agro para máquinas agrícolas.”

A pesquisadora da Embrapa Arroz e Feijão, Luciene Fros Camarano de Oliveira, falou sobre o aplicativo Doutor Feijão, criado pela empresa para aproximar os produtores das soluções tecnológicas. 

Leia Também:  Órgãos e entidades ligadas ao setor educacional se reúnem para dialogar sobre políticas públicas

A ferramenta auxilia técnicos e agricultores, trazendo informações sobre o desenvolvimento da planta e o manejo e pragas e doenças, entre outras e também disponibiliza publicações, identifica parceiros para aquisição de sementes e coloca o produtor em contato direto com a Embrapa.

O presidente da câmara setorial, Roberto Queiroga, ressaltou que todas as inovações tecnológicas apresentadas vão contribuir para ampliar a cadeia dentro e fora do país, melhorar as sementes e dar visibilidade aos processos e a todos os elos da cadeia produtiva.

Assessoria de Comunicação CNA
Telefone: (61) 2109-1419
flickr.com/photos/canaldoprodutor
cnabrasil.org.br
twitter.com/SistemaCNA
facebook.com/SistemaCNA
instagram.com/SistemaCNA
facebook.com/SENARBrasil

Fonte: CNA Brasil

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

mato grosso

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA