AGRONEGÓCIO

Avanço no compartilhamento de informações do Senar/MS acompanha evolução do campo no estado

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A editoria #EducaçãonoCampo na semana em que comemoramos os 44 anos de Mato Grosso do Sul traz como destaque o elevado nível de desenvolvimento do estado a partir do compartilhamento de informações, que é uma das prioridades do Senar/MS.

Para se ter uma ideia da importância do conhecimento no campo, em dez anos, o Senar/MS capacitou mais de 292 mil pessoas nos cursos de Formação Profissional Rural. Em proporção, é como se a maioria da população de Dourados e Ponta Porã estivesse apta para atuar nas principais cadeias produtivas do estado.

Entre as capacitações de Promoção Social, cursos que preparam trabalhadores rurais e seus familiares para melhorar as possibilidades de renda no campo, em uma década foram mais de 100 mil certificados entregues.

Na Educação Formal, o Senar tem em seu porfólio cursos técnicos em Agronegócio, Agropecuária e Fruticultura. Desde 2015 foram 17 processos seletivos, com média que chegou a 7,5 candidatos por vaga e 524 pessoas formadas, com qualificação que atende à demanda do mercado de trabalho no agro, cada mais exigente. 

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“Os números evidenciam o alcance e a responsabilidade que a instituição tem com o setor agropecuário. Atendemos a quem vive e trabalha no campo, levando inovação, sustentabilidade, produtividade, informações sobre meio ambiente e oportunidades. Tudo isso contribui com o avanço tecnológico e econômico que Mato Grosso do Sul vivencia hoje”, afirma o superintendente do Senar/MS, Lucas Galvan.

Na matéria #MercadoAgropecuário publicada na segunda (11), você fica por dentro do setores que mais se destacaram no crescimento econômico do estado.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Ellen Albuquerque

Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Agropecuária cria 195 mil empregos de janeiro a setembro

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Brasília (27/10/2021) – A agropecuária gerou, de janeiro a setembro deste ano, saldo positivo de 194.990 novos postos de trabalho, 8% do total de empregos com carteira assinada no país (2.559.594). É o que mostra o Comunicado Técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que analisou os dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho.

No Comunicado, a CNA ressalta que a agropecuária manteve o ritmo de criação de empregos em relação ao acumulado de janeiro a setembro do ano passado, quando gerou 104.410 novas vagas, enquanto setores como serviços e comércio, nos nove primeiros meses de 2020, acumulavam perda de 382.242 e 307.444 postos, respectivamente.

Em setembro, a agropecuária registou criação líquida de 9.084 vagas, com destaque para a região Nordeste, que gerou 11.059 empregos. O Norte e o Centro-Oeste também tiveram saldo positivo de 1.075 e 466 vagas, respectivamente. Por outro lado, houve fechamento de empregos nas regiões Sul (-39) e Sudeste (-3.477).

Pernambuco foi o estado com maior geração de empregos no setor, com criação de 5.957 novas vagas, seguido por Rio Grande do Norte (1.634), Sergipe (1.589) e Alagoas (1.105). Em dez unidades da federação, houve saldo negativo, sendo os principais: Minas Gerais (-2.361), São Paulo (-881), Maranhão (-638) e Paraná (-446).

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Entre as atividades agropecuárias, as que mais contribuíram para a criação de novas vagas em setembro foram o cultivo de cana-de-açúcar (4.896), cultivo de soja (2.857), cultivo de uva (2.567), criação de bovinos para corte (1.283) e cultivo de melão (1.175).

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Fonte: CNA Brasil

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